Monday, 17 December 2018

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O "Feminismo" da Kéfera


O "Feminismo" da Kéfera

Posted: 16 Dec 2018 11:18 AM PST

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Eu adoro falar da hipocrisia dessa turminha politicamente correta defensora dos fracos e oprimidos. Sinceramente, é muito divertido e diria até educativo estudar como que funciona a mente de certas pessoas, que de maneira tão natural mudam os seus discursos de acordo com o que é mais conveniente no momento. E ao fazer isso, acabam demonstrando uma postura descaradamente hipócrita que coloca por terra suas ideologias "do bem". 

Hoje eu venho pra falar aqui do feminismo, da defesa da mulher, do combate ao preconceito machista, que esteve em evidência em alguns episódios narrados nas notícias nos últimos dias.


Atualmente existem vários movimentos que buscam lutar por grupos menos favorecidos da sociedade. E diria que um dos que está mais evidente e com força é aquele que defende as mulheres. O feminismo está bem forte, com mulheres lutando por igualdade e contra o desrespeito. Algo válido e louvável... se não estivesse sendo exagerado e extremamente estúpido, com feministas que agem de maneira extremamente agressiva e lunática. Isso sem falar da hipocrisia...

O primeiro episódio que eu comento, e que foi o grande motivador dessa postagem, foi um quadro daquele programa da Fátima Bernardes. Não que eu assista essa merda, que não passa de um grande desperdício de espaço de programação, que seria melhor aproveitado com uma tela com estática. Mas eu fiquei sabendo desse caso vendo na Internet. Era um quadro onde a apresentadora estava entrevistando a autora de um livro aí sobre feminismo... e depois teve aquela hora em que o público fala no microfone, para expressar a sua opinião.

Um sujeito chamado Wallace foi lá falar, comentando de que existem extremos, em nenhum momento criticando o feminismo mas comentando de que existem mulheres que exageram, dando o exemplo em que ele havia só cutucado uma para perguntar onde era o banheiro, e aí a feminista olhou feio pra ele, provavelmente com ódio pelo carinha ter tocado nela.


O que de fato é um exagero. Tem feminista que você não pode nem fazer uma pergunta, e que acham que você está sendo misógino. Até um dos convidados do programa comentou de que existem sim exceções como essa (embora "exceção" seria em raras situações, o que não é o caso), mas logo outra das presentes tomou a frente.

Enfim, vamos ver o vídeo.


Pra começo de conversa: o que diabos é uma Kéfera?

Que escrota! Precisa toda essa grosseria? Faço questão de descrever aqui as falas dela, caso um belo dia o Youtube tire esse vídeo do ar.
"Wallace, o que você está fazendo é mansplaining, que é o homem explicando o feminismo para uma mulher. Não é necessário. A gente sabe muito bem o que é feminismo e entendemos o seu ponto de vista, só que é desnecessário"
"Agora você está manterrupting, que é quando você tenta interromper uma mulher explicando o feminismo pra ela. Não é assim. Wallace, entenda: não é o seu lugar de fala. Você pode ouvir, complementar e nos respeitar. Você não tem que ensinar pra gente"
Pergunto mais uma vez: o que é Kéfera? Dizem que é uma "atriz", mas eu sinceramente acho que ela não passa de uma qualquer uma, que ficou famosa gravando vídeos fúteis no YouTube pra depois a Globo enfiar em alguma novela com um papel secundário, e que se acha agora o último biscoito do pacote.


Eu assisto esse vídeo e concluo que Kéfera é mais um exemplo de feminista revoltada, daquelas que parece assumir que todos os homens são machistas e inimigos. A fala dela é tomada por um misto de ódio e sarcasmo, se achando superiora ao carinha, dona da verdade. Uma imbecil que parece não aceitar que ninguém discuta com ela, que promove um "feminismo" de enfrentamento, sendo agressiva contra qualquer um que discorde dela.

Acho muita graça é das babaquices que essas feministóides de merda cismam em fazer. Como inventar esses termos escrotos para ofender os homens. Tipo, "mansplaining", que seria o ato do homem explicar o que é feminismo. Algo que na cabeça de pessoas como a Kéfera é inaceitável, pois apenas uma mulher pode falar de feminismo, o homem não tem esse direito.

Ainda bem que as feministas defendem igualdade de direitos, né?


Para as feminazis de sovaco peludo, tudo que o homem faz é errado, ele não tem direito a expressar a sua opinião, principalmente quando o assunto é sobre algo relacionado à mulher. Possivelmente vão aparecer aqui algumas dessas feministas revoltadas com a vida dizendo que eu estou "mansplaining", e que sou um machista misógino e potencial estuprador por conta disso. Mesmo se eu falar a respeito de alguma situação que seja feminismo exagerado, ou mesmo que fuja das reais premissas desse movimento. Eu, como um porco de sexo masculino, não tenho direito a falar nada. Como a Kéfera disse, "não é o meu lugar".

Mas claro que a recíproca não é verdadeira, pois as mulheres se acham no direito de falar e ter a opinião do que quiser, mesmo que seja para ofender os homens. Afinal de contas, na cabeça oca dessas criaturas é uma verdadeira luta de sexos, onde os homens são inimigos e fazem de tudo contra as mulheres. Assim, elas se acham no direito de explicar qualquer coisa que um representante do sexo masculino faça ou diga.

Por exemplo, na cabeça dessas feministas, cavalheirismo é machismo...


Na boa, vão se fuder! Estão falando merda, isso sim. Não tem uma coisa a ver com a outra, pombas. Se o cara segura a porta do carro para uma mulher, por exemplo, isso não é opressão, não é nenhum tipo de ofensa, não está querendo dizer que ela não tem a capacidade de abrir a porta. É apenas uma gentileza, algo que o homem faz de forma inocente, sem nenhum tipo de objetivo subliminar de impor a sua suposta superioridade.

Só que pra femistóide não é assim: nessa situação, se o sujeito segura a porta ele está dizendo que a mulher é fraca e incapaz, que precisa de ajuda para tarefas físicas que ela tem a plena capacidade de fazer. Talvez até digam que o homem estaria controlando a sua vida, pois a mulher só estaria passando pela porta quando o homem a deixasse.


Na boa, mulher que pensa assim deve ter titica na cabeça. E merece levar uma portada nas fuças. Especialmente se for a Kéfera.

Agora, interessante que tem até mulheres que se dizem feministas mas que defendem o cavalheirismo. Mas só aquelas partes que lhes são convenientes. Como pagar a conta do restaurante...


Assim é fácil, não é mesmo? Todo mundo gosta de uma mordomia, de levar vantagem, e mesmo as mulheres feministas estão nesse balaio. Na hora de ir naquele restaurante chique, todas elas querem que o machista misógino e opressor pague a conta, se esquecendo rapidinho daquele papo de empoderamento feminino e igualdade. Mesmo que o homem esteja fazendo isso de forma machista, pagando a conta porque acha que a mulher não tem condições pra isso ou imaginando que isso vai ajudar a levá-la pra cama. Pois na cabecinha mágica da feminista, só é machismo quando ela diz que é.

Essa é uma das tendências muito comuns a esses grupos que defendem as minorias: eles que definem quando existe algum tipo de opressão ou preconceito. A feminista se coloca ao mesmo tempo na posição de vítima e juíza, ela que determina quando alguém faz ou diz algo que a ofende. Como no exemplo do carinha do programa, só de cutucar a pessoa para fazer uma pergunta (uma ação normal e inofensiva que todo mundo faz), a mulher da história já olhou torto, achando que era um abuso. Quem vai dizer se determinado ato é machista e ofensivo é a própria "vítima" desse ato, por mais inocente e simples que seja.


E esse é um dos grandes problemas, pois as feministas doentes enxergam o mudo de uma forma deturpada. Pode vir aqui a Kéfera me acusar de "mansplaining" de novo, mas isso é um fato. Tudo é interpretado como ameaça, como ofensa.

A segunda tendência das minorias que vemos hoje em dia é uma postura de absorver apenas para si o direito de comentar sobre preconceito. Vemos isso quando a "atriz" se revolta e diz que é desnecessário que um homem como o membro da platéia fale algo a respeito de feminismo. Ou seja, só a mulher pode falar de feminismo, o homem não pode. Lógico que vale para outras minorias também. Apenas os negros podem falar sobre racismo, o branco não tem autorização para isso. Da mesma forma, somente homossexuais podem expressar sua opinião sobre homofobia, quem é herero tem que ficar de boca fechada.

A não ser que a pessoa seja de esquerda. Pois a esquerda é politicamente correta. Um homem branco e heterossexual pode falar à vontade sobre feminismo, racismo e homofobia, se ele tiver uma estrelinha vermelha do PT no peito... Mas por ora deixemos a política de lado.

Com isso, temos então uma tentativa muito esperta das feministas para impedir qualquer discussão, dizendo que os homens não têm direito a opinar sobre feminismo. Como a tal da Kéfera, que até agora não sei o que ela faz de útil, agiu com o entrevistado, especialmente na parte final. O Wallace ia complementar com algum argumento, que muito provavelmente ia desmascarar toda aquela falácia feministóide, mas aí a "atriz" o interrompe (repito, Kéfera interrompe o rapaz), dizendo que ele estava "manterrupting" ao contestar o comentário anterior dela.

Kéfera... você acusa o sujeito de tê-la interrompido. Mas na verdade é você quem o interrompe sem a menor educação quando era a vez dele falar. Você estava "bitchenrrupting".


Pra não deixar dúvidas, eu explico: "bitchenrrupting", a junção das palavras em inglês "bitch" e "interrupting", é uma expressão inventada agora por este texugo pra ser usada quando feministas acéfalas como você interrompem os homens que querem expressar a opinião deles. Em geral naqueles momentos em que a mulher se vê sem argumentos para continuar a discussão e tenta de forma unilateral encerrar a conversa antes de perder a razão.

Assim fica fácil, não é? Agora é tudo assim, com essa conversinha de araque tipo "só mulheres podem falar de feminismo", as feminazis querendo calar qualquer um que conteste o que elas dizem. Moleza ganhar as discussões dessa forma.

Eu realmente preciso falar, embora provavelmente a "atriz" não deve ler isso aqui. Kéfera, você foi muito grossa com o sujeito. Em nenhum momento ele estava querendo ensinar o que é feminismo, estava apenas citando uma situação que ele passou, assim como a de outro conhecido. E ele tem direito a ter uma opinião sim, como todo mundo. Você não é obrigada a concordar com ele, e também tem todo o direito de expor o seu ponto de vista.

Agora... partir pra grosseria como você agiu... se dirigindo a ele quase como de forma debochada, tipo "como que um homem fala de feminismo?", não deixando-o terminar seu raciocínio e ainda tendo a cara de pau de acusá-lo de "manterrupting"...


Você não passa de mais um produto dessa ideologia politicamente correta metida à besta. Você não é ninguém, uma desocupada que gravava vídeo no YouTube e que por algum motivo qualquer foi convidada pra participar de uma novela da Globo, provavelmente pra fazer um papel que nenhuma atriz de verdade tinha o interesse. E que certamente quis ganhar seus cinco minutos de fama tentando "lacrar" no programa da Fátima Bernardes, usando termos idiotas que você deve ter lido em algum livreco de quinta categoria escrito por uma feminazi de perna cabeluda que está de mal com o mundo.

Na verdade você acha que está sendo feminista, mas na verdade está sendo é babaca. Agindo dessa forma ofensiva e agressiva, na verdade você acaba é gerando uma antipatia contra o feminismo em geral. E o pior de tudo é que revoltadas como você não são maioria, mas sim uma minoria escandalosa que não representa o pensamento mulheres feministas de verdade. Pois o feminismo não é baseado no conceito de que a "mulher é superior ao homem", mas sim na igualdade. Diferente do que pensam aquelas mais radicais, que promovem um combate aos homens e que cometem sim injustiças.


Pode ficar putinha com meu comentário "mansplaining" o que é feminismo. Eu falo sobre o que eu quiser, tá bom? Se não concorda, pode apresentar seu ponto de vista de forma educada e vamos aqui debater de boa.

Agora, se vai ficar de babaquice e tendo essa postura escrota de "bitch"... então que vá chupar um prego, Kéfera. Não tenho tempo pra ficar desperdiçando com feminazi escrota e desrespeitosa que está de mal com a vida.

Isso aí pra mim é falta de "man-fucking", isso sim...


Em tempo, eu aproveito aqui pra perguntar pra Kéfera e pras outras feministas queimadoras de sutiã algo sobre outro fato que foi noticiado recentemente. A futura ministra das mulheres, Direitos Humanos e família fez uma declaração de que aos 10 anos de idade ela havia subido em um pé de goiaba e viu Jesus. A notícia se espalhou rapidamente, todo mundo judiando da mulher, achando ridícula a frase que ela havia dito, fazendo piadinhas e memes com o assunto.

Claro que diversos fatores contribuíram para essa onda de provocações contra a futura ministra Damares Alves. Afinal de contas, ela foi indicada pelo Bolsonaro, e consequentemente é persona non-grata na cabeça da elite pensante e da mídia esquerdista. E pra completar é pastora evangélica, e sabemos bem como que existe muita "tolerância religiosa" com os evangélicos, especialmente por apoiarem valores conservadores.

Todo mundo fez piada. E o pior de tudo é o seguinte: não foram apenas mortadelas anônimos que deram risada, mas até mesmo jornalistas e blogueiros de maior renome (o que não significa que sejam imparciais e corretos) zombaram da mulher. Pombas, até mesmo o Globo Rural fez piadinha.


Mas aí então começou a aparecer mais detalhes da história. E aí então veio à tona o real motivo que fez com que Damares tivesse subido no pé de goiaba: ela havia sido abusada sexualmente dos 6 aos 10 anos de idade, e havia pensado em se matar, usando veneno de rato. Ela havia subido no pé de goiaba e disse que viu Jesus tentando subir também, e Ele pediu para que ela não se matasse.

E agora? Onde que os engraçadinhos enfiaram as suas piadinhas?

Eu até digo o seguinte: certamente ela não chegou e viu ali o Jesus trepando num galho pra subir na árvore. Eu não sou religioso, mas sabemos bem que qualquer religião tem as suas metáforas e histórias um pouco exageradas, mas que fazem parte da fé religiosa, seja o sujeito cristão, evangélico, muçulmano, budista ou o que for. É meio que figura de expressão, penso que quando Damares subiu no pé de goiaba, provavelmente ela deve ter refletido muito sobre o que estava por fazer, muitas coisas passaram por sua cabeça, e assim desistiu do suicídio. Era como se Jesus houvesse chegado ali e a guiado para o caminho certo.

Isso é crença religiosa, e todo mundo tem direito a ter a sua opinião a respeito. E isso não torna a pessoa louca, menos ainda justifica ser vítima de zombação como o pessoalzinho "do bem" fez, pois ainda estão de cabeça inchada com a vitória do Bolsonaro.


Mas, e agora que o motivo apareceu?

Logicamente que teve gente que fez piadinha já foi logo apagando os seus posts e tweets, mas muitos mantiveram as piadas e continuaram fazendo chacota com a futura ministra. Afinal de contas, ela está do lado de Bolsonaro, e quem está com Bolsonaro é inimigo da sociedade politicamente correta. Pra essas pessoas, e daí que ela foi abusada sexualmente quando criança?


Gostaria de saber o que uma feminista consciente como a Kéfera diz a respeito disso... até agora não escutei nenhum comentário dela em defesa da futura ministra Damares.

Me diz aí, Kéfera! O que você tem a falar a respeito das piadas que uma mulher teve que escutar sobre a sua crença religiosa? Uma mulher que, quando menina, foi abusada sexualmente. Vamos falar de desrespeito conta as mulheres, de feminismo? Onde está aquele papo de "mexeu com uma, mexeu com todas"?

Eu vou te dizer qual é a reação da Kéfera e outras feministóides politicamente corretas. É a mesma reação que tiveram quando um professor desejou que a jornalista Rachel Sheherazade fosse estuprada. É a mesma reação que tiveram quando o Zé de Abreu deu uma cusparada na cara de uma mulher no restaurante. É a mesma reação que tiveram quando um deputado petista interrompeu (ou será "manterrupting") e xingou a Janaína Paschoal na sessão do impeachment.


Pois é...

Por essa e outras é que eu digo que esse discurso de feminismo muitas vezes não passa de uma verdadeira hipocrisia. Pois a partir do momento em que as mulheres decidem lutar pelos direitos e pela defesa de algumas mulheres e não de todas, isso deixa de ser feminismo e passa a ser um corporativismo político-ideológico. Na minha opinião, não é feminismo quando você só defende as mulheres que pensam como você e votam no 13, enquanto fica calado ou chega até mesmo ao ponto de fazer piada contra mulheres que possuem uma forma de pensar diferente.

E se não gostar, Kéfera... estou nem aí. Enquanto você ficar com "bitch-shitting" defendendo só as suas amiguinhas politicamente corretas de esquerda e ficar de bico calado diante de ofensas contra outras mulheres, você não tem a menor moral pra ficar "bitchsplaining" o que é feminismo. 
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Automobile Origins in America: Part 1

Posted: 16 Dec 2018 05:08 AM PST

El Libro: Ayrton Senna: Memories And Memetoes From A Life Lived At Full Speed

Posted: 15 Dec 2018 10:17 PM PST

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A pesar que esta por cumplirse 25 años de la desaparición física de Ayrton Senna, cada cierto tiempo siguen saliendo detalles y perfiles inéditos de su extraordinaria vida como apasionado piloto de Fórmula 1. Se nos viene un nuevo libro de la mano de Christopher Hilton quién nos ofrece por medio de esta nueva entrega, un viaje interactivo por su vida como piloto, curiosos textos, fotografías históricas, y mucha memorabilia interactiva.

Durante su vida, el legendario piloto Brasileño, fue ampliamente reconocido como un líder nato en su deporte, pionero en la técnica de manejo, un rudo corredor y un hombre compasivo. Por encima de todo, el quería ayudar a la niñez en especial aquellos niños empobrecidos que con una sola oportunidad podían salir adelante realizando todo su potencial. Tras su irreparable muerte en 1994 durante el Grand Prix de San Marino, la increíble carrera humanitaria de Senna continuo inspirando al mundo, por medio del Ayrton Senna Institute, sus sueños se cumplieron y trascendieron más allá de su muerte, ayudando a educar más de 7.8 millones de niños Brasileños desde entonces. 

Ahora, la familia de Senna abre sus archivos, compartiendo fotografías de los momentos privados del piloto en casa y en los circuitos, adicionalmente, viene un ordenado compilatorio de misivas de la vida de Senna en 13 hermosos sobres, para que los lectores las puedan sacar y examinar replicas realisticas de su certificado de bautizo, cartas a mano, y agendas de carrera, una foto formal, calcomanías autografiadas del equipo y muchas otras curiosidades especiales.

Más allá de la impactante imaginería del libro desde un punto focal, este viene con un atrevido diseño y una interesante narrativa, que abarcan exclusivas entrevistas con la familia de Senna y compañeros de equipo compartiendo anécdotas personales y las memorias favoritas, que hacen de este libro sin duda, un tesoro para cualquier fan no solo del piloto sino de la Fórmula 1.
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